terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Ensaio sobre o Caos.

Guernica, 1937 (Pablo Picasso)

Caos: do Gr. kháoss. m.,
confusão de todos os elementos, antes de se formar o mundo;
grande desordem;
babel;
balbúrdia.
Língua Portuguesa On-Line (http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx)

O caos é a louça suja, o caos é a bituca do cigarrinho proibido que você não sabe onde colocou, o caos é o pegarem com o dedo no nariz, o caos é você não saber a letra, cantar fora do ritmo, o caos é um grito sem sentido, uma palavra solta, perdida, se remoendo pelo chão, o caos é o exagero, o caos é a loucura, o caos é a mente perturbada, o caos é a mente perturbada, é o caos, o caos é a guerra, a produção em massa, é a fome. É o caos apenas a desordem das porções de uma ordem, o caos é a ordem em potencial, nasce nos caminhos bifurcados, entre as escolhas e as decisões, cresce entre os caminhos percorridos e novas escolhas e novas decisões, fortalece-se nas decisões (e nas mentiras contidas nas tais decisões) tomadas, nas loucuras a qual é submetido, então, em forma de gente explodem aqui no mundo. O caos somos.

“O caos sou eu”. (Ego)

Um comentário: